aqui tem início a história deste sujeito chamado Brismarque um cara que tenta ser comum....
Já fazia algum tempo que Brismarque chegava cansado em casa, esta era a sua rotina: um dia e as suas três etapas: manhã, tarde, noite...
No auge da sua essência adulta, aos 41 anos, aparentado um pouco mais, tinha um emprego fixo, mas pouco compensador financeiramente o que lhe obrigava a utilizar o transporte público.
De manhã já estava ele livre da cama, que abraçava-lhe com seus oito tentáculos, segurando-o com todas as forças de um desanimo matinal ao meio de uma semana partindo o seu sono. Brismarque tinha que sair de casa uma hora e meia antes do início do seu expediente, esse era o tempo desperdiçado com o transporte.
À tarde era a parte mais demorada do dia! Comer, uma insaciável vontade!
(continua)
segunda-feira, 14 de abril de 2008
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Nada sem muita manobra!!
Nada sem muita manobra!!
Atualmente estou no processo de chegar a algo fazendo todas as manobras que eu achar necessário. Mas isto não quer dizer que esteja procurando sempre escolher o caminho mais difícil. Quero apenas fazer as coisas com toda a dedicação, explorando cada pedacinho de chão onde ire colocar as minhas idéias. Para isto, julgo que as manobras sejam necessárias. Manobras que dão o sentido de conhecer: poder virar para a esquerda, depois para direita, seguir em frente, voltar para trás ou olhar para cima. Uma coisa de cada vez fazendo bem feito.
Atualmente estou no processo de chegar a algo fazendo todas as manobras que eu achar necessário. Mas isto não quer dizer que esteja procurando sempre escolher o caminho mais difícil. Quero apenas fazer as coisas com toda a dedicação, explorando cada pedacinho de chão onde ire colocar as minhas idéias. Para isto, julgo que as manobras sejam necessárias. Manobras que dão o sentido de conhecer: poder virar para a esquerda, depois para direita, seguir em frente, voltar para trás ou olhar para cima. Uma coisa de cada vez fazendo bem feito.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Malícia para nenhum.
Malícia pra nenhum, foi isto que ouvi na música? Não sei, não sei.. as malícias que me tenho emitem vozes: som agudos e sonantes, lógico! O que há de humano em mim são malícias e boa parte das malícias em mim são para nenhum. (música : Bobby Timmons “Malice Towards none”)
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