segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Provocado pela própria apatia...

“Uma expressão ativa requer um esforço humano, e esse esforço só pode ser bem-sucedido na medida em que as pessoas limitem aquilo que expressam umas às outras.” (SENNETT, Richard. 1995. O declino do Homem Público) É isso que nos permite desenvolver a autonomia. É no espaço entre nos, as pessoas presentes nas nossas intersecção e a “ausência” deixada pelas tecnologias ( que aqui seria o limite) onde desenvolvemos a nossa autonomia.

Quando deito, ou antes de dormi, eu reflito. As coisas “boas” que surgem na minha quase débil consciência (devido ao sono) são boas na medida em que me fazem pensar sobre algo que não faço, mas poderia fazer; ou então sobre algo que sou, mas não queria ser. E como diria uma nobre pessoa “ saber provoca-me êxtase” (Teresa Maria).

Boa noite autonomos, boa noite heterônomos!
tá usado.

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