terça-feira, 4 de dezembro de 2007

quebrando a corrente....

Ancoras, quero deixa-las um pouco, ou muito. Os mares que me cercam estão tragando a minha essencialidade. Um trago por dia, por hora, por segundo, por milésimo .... e a minha insensibilidade não conscientiza os pedaços que se vão perdendo. Tranco a corrente, peso a ancora, ponho areia sobre ela e continuo (dês) consciente. Hoje decido, quero mar, mais mar! O meu barco ( eu) não posso ficar na estalagem o remo é grande e está cicatrizado prontos para encontrar oceanos, ou melhor águas infinitas.

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