quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

de segunda

Segunda ordem, segunda avenida, segunda tudo! Hoje não é segunda, mas em homenagem a uma pessoa quero que seja. Esta pessoa hoje teve cara e comportamento de segunda, tipo aqueles que tratam tudo e, mais ainda, tudo tratam como se pudesse tudo, entendeu? Não, né? nem eu(!) até porque fica difícil de se entender o que nem mesmo a própria segunda saberia explicar. Vamos lá, realmente pode até parecer que estou falando da segunda-feira (coitada), mas quem dera. Ou melhor, a segunda (feira) não merece ser tratada como segunda (mão). É, os comportamentos de segunda são assim mesmo: existem pela aparência fácil e facilitada, contudo, à frente desta está a primeira com a suavidade que poucos conseguem percebe-las. Infelizmente as vivares (palavras criada hoje que diz o mesmo que coisas suaves) não são contundentes porque as contundências daqui foram preparadas para contundir as coisas próprias daqui. Basta agora tentar descobrir de quem é a relutância ? Eita que coisa difícil que é entender!!!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Provocado pela própria apatia...

“Uma expressão ativa requer um esforço humano, e esse esforço só pode ser bem-sucedido na medida em que as pessoas limitem aquilo que expressam umas às outras.” (SENNETT, Richard. 1995. O declino do Homem Público) É isso que nos permite desenvolver a autonomia. É no espaço entre nos, as pessoas presentes nas nossas intersecção e a “ausência” deixada pelas tecnologias ( que aqui seria o limite) onde desenvolvemos a nossa autonomia.

Quando deito, ou antes de dormi, eu reflito. As coisas “boas” que surgem na minha quase débil consciência (devido ao sono) são boas na medida em que me fazem pensar sobre algo que não faço, mas poderia fazer; ou então sobre algo que sou, mas não queria ser. E como diria uma nobre pessoa “ saber provoca-me êxtase” (Teresa Maria).

Boa noite autonomos, boa noite heterônomos!
tá usado.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

quebrando a corrente....

Ancoras, quero deixa-las um pouco, ou muito. Os mares que me cercam estão tragando a minha essencialidade. Um trago por dia, por hora, por segundo, por milésimo .... e a minha insensibilidade não conscientiza os pedaços que se vão perdendo. Tranco a corrente, peso a ancora, ponho areia sobre ela e continuo (dês) consciente. Hoje decido, quero mar, mais mar! O meu barco ( eu) não posso ficar na estalagem o remo é grande e está cicatrizado prontos para encontrar oceanos, ou melhor águas infinitas.